“Este novo modelo rompe com o anterior procedimento de livre escolha” e será um “contributo fundamental para promover” um comportamento mais democrático, afirmou Vitor Gaspar durante a cerimónia de tomada de posse da Comissão de Recrutamento e Selecção para a Administração Pública.
O ministro sublinhou que assim o “Estado organiza-se para garantir que o recrutamento é controlado por princípios de bom governo. O Estado está a disciplinar-se a si próprio”, com “princípios de transparência, imparcialidade e mérito.”
No novo modelo “a realização de concurso público é obrigatória”, salientou, acrescentando que a “a avaliação de competências e de perfil será feita por um júri independente do Governo”, uma “independência que é essencial para promover o mérito” e dar igualdade de oportunidades a todos.
“O Estado dará o incentivo correcto para a promoção da qualidade” entre a administração pública, adiantou o mesmo responsável.
