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A formiga no carreiro

A formiga no carreiro

26.Fev.10

Progressões atribuídas pelos dirigentes levam corte de 18%

Chefes da Função Pública com menos margem para progressões.


Os serviços da administração central vão ter menos dinheiro para gastar em progressões que dependam da decisão do dirigente. De acordo com um documento enviado pelo Ministério das Finanças às estruturas sindicais, o Executivo prevê uma verba de 30,3 milhões de euros para gastar com esta rubrica, menos 18% comparando com a verba inscrita em 2009 (37 milhões de euros).


Por outro lado, as progressões obrigatórias - que abrangem os trabalhadores que reunam 10 pontos nas avaliações de desempenho - vão contar com mais dinheiro: 51,6 milhões de euros, o que corresponde a uma subida de 28% face a 2009.

Fonte Económico (aqui)

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