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Quase metade dos funcionários reformaram-se antes da hora em 2009

por A Formiga, em 19.03.10

 António Paulino de Almeida, condutor na Câmara de Lisboa, entrou nos serviços da Caixa Geral de Aposentações (CGA) para perceber se teria vantagens em aposentar-se antes da publicação do Orçamento do Estado. Saiu na mesma. 


Para os trabalhadores do Estado à porta do edifício da 5 de Outubro, em Lisboa, a consequência da falta de informação é óbvia. "Está tudo orquestrado para que as pessoas se reformem à pressa com altíssimas penalizações", refere um funcionário da Assembleia da República.


O texto da lei que agrava as penalizações e que altera a fórmula de cálculo é claro, mas três dias depois da norma ter sido aprovada no Parlamento permanece o aviso à porta da CGA: "Em relação às propostas de lei do Orçamento para o ano de 2010, relativas ao regime de aposentação, esta Caixa não poderá dar qualquer informação até à aprovação e publicação do Orçamento Geral do Estado".

Fonte Negócios (aqui)

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