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A formiga no carreiro

A formiga no carreiro

21.Jun.11

Cláusulas remuneratórias vão manter-se

Acordo assinado ontem entre o SESARAM e os sindicatos da função pública

 

As cláusulas remuneratórias irão manter-se para os trabalhadores do SESARAM ligados aos sindicatos da função pública, garantiu ontem o presidente do conselho de administração Almada Cardoso.

António Almada Cardoso, presidente do conselho de administração do SESARAM, congratulou-se ontem com o acordo alcançado entre o Serviço de Saúde da RAM e o Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública da Região Autónoma da Madeira e o Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública.


Depois de dois meses de negociações, ontem foi assinado o acordo de empresa das carreiras gerais, nas quais estão incluídos os assistentes técnicos, operacionais e superiores, e o acordo colectivo das carreiras gerais para os que optaram pelo acordo de funções públicas.
O SESARAM fez-se representar por António Almada Cardoso, presidente do conselho de administração, enquanto que pelo SINTAP esteve o secretário-geral, Jorge Nobre dos Santos, e Ricardo Freitas, vice-secretário-geral. Já o Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública da Região Autónoma da Madeira esteve representado por Ricardo Gouveia e Ricardo Vieira Cardoso. 
António Almada Cardoso destacou a importância deste acordo, que permitiu manter as cláusulas remunenatórias.
Almada Cardoso recordou que há três meses o SESARAM recebeu instruções das Finanças para cortar até nalguns subsídios, mas com o decorrer das negociações e através de contactos com as Finanças e a Vice-Presidência do Governo, foi possível repor essas cláusulas remuneratórias no acordo ontem assinado. Além disso, o documento define também os horários de trabalho, a mobilidade do pessoal e várias regalias para estes trabalhadores. 


«Isto mostra que o conselho de administração do SESARAM, desde que tomou posse, tem desenvolvido esforços para, pelo menos, não deteriorar as condições de trabalho de todo o pessoal que trabalha, independentemente de serem, ou não, profissionais de saúde», sublinhou Almada Cardoso, lamentando, por outro lado, as posições do Sindicato Independente dos Médicos e do Sindicato dos Enfermeiros que, «em vez de procuram connosco acordos de boa fé, vão para os jornais nos criticar e, sobretudo, interferir em actos de gestão que não são da sua competência». 

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