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Funcionários públicos na mobilidade podem ter ajudas de custo por inteiro

por A Formiga, em 30.04.12

A proposta do Governo apresentada aos sindicatos, no âmbito da mobilidade interna temporária, fala em ajudas de custo de 50 euros por dia no primeiro mês e metade nos seguintes. Agora, o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, admite que o pagamento seja feito por inteiro durante os 12 meses. Além disso, numa primeira fase a mobilidade será voluntária.


"Temos um Estado que tem fazer um ajustamento, e não pode falhar nesse ajustamento", diz o governante em entrevista ao PÚBLICO. E a mobilidade faz parte da optimização dos recursos, prossegue Rosalino. O processo "terá uma fase inicial voluntária, em que as pessoas manifestam interesse em mudar de serviço". "Só quando não existirem candidatos e não se conseguir resolver o problema de forma voluntária operam os critérios previstos na proposta".

A escolha dos trabalhadores será feita pelos dirigentes dos respectivos serviços, segundo critérios que "têm de ser objectivos" e sancionados pelo Governo. Além disso, as ajudas de custo poderão ser pagas por inteiro. A proposta do Governo falava em 50 euros no primeiro mês e metade nos seguintes, eHélder Rosalino diz agora que "não vale a pena estar a pensar se vai ser 75 ou 80 euros". "Ou fica como está, ou então o funcionário recebe a ajuda de custo por inteiro." Rosalino explica também como funcionará o pedido de escusa da mobilidade por causa do prejuízo pessoal do trabalhador.


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