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A formiga no carreiro

A formiga no carreiro

25.Jun.12

Governo quer permitir aumentos via concursos

Depois de ter assumido promoções nas Forças Armadas e nas polícias, o governo mostra-se disponível para abrir mais excepções à regra que prevê que os funcionários públicos não possam ter valorizações remuneratórias. O secretário de Estado da Administração Pública defendeu ontem que a possibilidade de valorização por concurso possa ser desbloqueada.
Depois de ter assumido promoções nas Forças Armadas e nas polícias, o governo mostra-se disponível para abrir mais excepções à regra que prevê que os funcionários públicos não possam ter valorizações remuneratórias. O secretário de Estado da Administração Pública defendeu ontem que a possibilidade de valorização por concurso possa ser desbloqueada.

Governo limita até 30 km a mobilidade de funcionários administrativos

Mobilidade de 83 mil assistentes técnicos passa para metade. Mas a sugestão da Fesap pode custar ao Governo o apoio do STE

A mobilidade geográfica dos assistentes técnicos deverá ficar limitada a 30 quilómetros, metade do que estava inicialmente previsto. A restrição, que consta do diploma que hoje será debatido em Conselho de Ministros, foi defendida pela Fesap durante as negociações para um acordo. Mas uma vez que deixa de fora os técnicos operacionais, pode custar ao Governo o apoio da outra estrutura sindical da UGT, o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE).

Excedentários chamados para trabalhar ou rescindir

Os 1077 trabalhadores que estão no quadro de excedentários da Função Pública vão começar a ser chamados para voltarem a trabalhar no Estado ou rescindirem por mútuo acordo.

"Público" escreve que os 1077 funcionários públicos na mobilidade especial vão ser chamados nos próximos meses pela Direcção-Geral da Qualificação (que veio substituir o Instituto Nacional de Administração). O objectivo é encontrar uma saída para estes trabalhadores - alguns deles sem trabalho desde 2007 - , o que tanto pode passar pela recolocação em organismos com carências de pessoal como pela rescisão amigável.


"Nos próximos meses, o novo INA vai montar uma equipa de análise de carreira e chamar as pessoas em mobilidade especial para perceber o tipo de formação de que necessitam e fazer uma tentativa de recolocação", disse o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalinho.