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A formiga no carreiro

A formiga no carreiro

09.Nov.13

Educação e Saúde foram as mais afetadas na greve

Trabalhadores contestam cortes nos salários e nas pensões previstos para 2014


Os serviços de saúde e as escolas foram os mais afetados pela greve dos trabalhadores da Função Pública, que protestam contra os cortes nos salários e nas pensões previstos para 2014.

A greve fez adiar consultas e cirurgias, obrigando os doentes a voltar noutro dia às unidades. Nos hospitais e centros de saúde registou-se forte adesão à greve por parte de enfermeiros, assistentes operacionais e administrativos. Segundo dados provisórios, a paralisação obrigou ao adiamento de 870 cirurgias e de 22 400 consultas.

Rosa Martins, de 73 anos, reformada, queixou-se ao CM por não ter feito exames médicos no Hospital de São José, em Lisboa. "Sou diabética e venho em jejum e não pude fazer análises porque não há técnicos. Os trabalhadores podem ter razão, mas os doentes é que sofrem com a greve", queixou-se a utente.

A Federação Nacional de Educação afirma que o protesto "assume proporções superiores a outras anteriores com o mesmo âmbito". Já a Fenprof avança que, a nível nacional, entre 70% a 80% dos estabelecimentos de ensino não superior estiveram fechados.


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