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A formiga no carreiro

A formiga no carreiro

02.Jul.20

Fesap quer dar prémio a mais funcionários além dos trabalhadores do SNS

Bónus salarial aprovado no parlamento corresponde a 50% do salário base dos trabalhadores da saúde diretamente envolvidos no combate à pandemia.

A Federação de Sindicatos da Administração Pública (Fesap) quer que o prémio de desempenho e os dias de férias extra para os trabalhadores do Serviço Nacional de Saúde (SNS) diretamente envolvidos no combate à pandemia sejam alargados a mais funcionários públicos de outros setores de atividade.

Apesar de reconhecer a justeza da medida aprovada esta quarta-feira no âmbito do Orçamento Suplementar, a estrutura sindical considera “existirem muito mais trabalhadores de outros setores de atividade que deviam, sem qualquer dúvida, ser alvo de um reconhecimento que não se traduza apenas em aplausos e louvores, mas também em compensações remuneratórias e outras, como agora se fez para os profissionais do SNS”, refere um comunicado da Fesap.

Os trabalhadores do SNS que durante a fase do estado de emergência tenham estado na linha da frente no combate à covid-19. diretamente envolvidos no combate à pandemia de covid-19 vão receber um prémio de desempenho correspondente a metade do salário base

Além disso, estes trabalhadores vão beneficiar de uma majoração dos dias de férias de um dia de férias por cada período de 80 horas de trabalho normal efetivamente prestado no período em que se verificou a situação de calamidade pública que fundamentou a declaração do estado de emergência, e ainda um dia de férias por cada período de 48 horas de trabalho suplementar efetivamente prestado no período em que se verificou a situação de calamidade pública que fundamentou a declaração do estado de emergência.

A Fesap, liderada por José Abraão, sugere que o Governo deve “considerar medidas semelhantes às agora aprovadas na Assembleia da República, recorrendo a critérios equivalentes para a respetiva atribuição” para outros trabalhadores, aproveitando para lembrar outras reivindicações como “a regulamentação do subsídio de risco, penosidade e insalubridade”, para os funcionários públicos mais expostos ao risco de contraírem doenças.

Fonte Dinheiro Vivo