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A formiga no carreiro

A formiga no carreiro

26.Jan.17

FNE e FESAP convocam jornalistas para fazerem antevisão da Greve

Centenas de escolas vão encerrar a 3 de fevereiro

 

A Federação de Sindicatos da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (FESAP), e a Federação Nacional da Educação (FNE) emitiram um pré-aviso de greve nacional dos trabalhadores não docentes dos estabelecimentos de ensino público para o próximo dia 3 de fevereiro, exigindo negociar e também protestar contra as condições com que se debatem as escolas, onde se verifica uma preocupante falta de pessoal, funcionando, em muitos casos, apenas graças ao esforço e à dedicação de trabalhadores que têm diariamente de lutar sob um clima de grande desmotivação.

 

Esta situação, a par dos inúmeros casos de precariedade laboral que se podem encontrar em escolas de todo o país, está a resultar na crescente degradação, não só das condições de trabalho, mas também das condições de assistência e de segurança dos próprios alunos em meio escolar.

 

Este é por isso um protesto levado a cabo com o intuito de pressionar o Governo a dar respostas concretas no que diz respeito a algumas questões essenciais e que os trabalhadores consideram prioritárias para que possam recuperar a dignidade no desempenho das suas funções, ficando a promessa de que, na ausência da abertura de canais sérios de negociação, os trabalhadores deverão manter-se firmes na luta pelos seus direitos, não excluindo desde já a convocação de novas paralisações.

 

Neste contexto, convidamos os sr.s jornalistas a estarem presentes na próxima sexta-feira, 27 de janeiro, pelas 16h15m, na sua Sede (Rua Damasceno Monteiro, nº 114, 1170-113, Lisboa) para uma conferência de imprensa na qual o Secretário-geral da FESAP, José Abraão, e o Secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, farão a antevisão de uma jornada de luta que se prevê que atinja grandes proporções, uma vez que, além de congregar as várias organizações sindicais do setor da Educação, será certamente uma oportunidade para os trabalhadores demonstrarem ao Governo todo o seu descontentamento e exigir a negociação de soluções para os seus problemas.