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A formiga no carreiro

A formiga no carreiro

02.Mar.20

Precariedade no Estado quase não desceu no Governo de Costa

O peso dos precários no conjunto da economia caiu o ano passado e ficou 1,2 pontos abaixo dos níveis de 2015. No público, apenas baixou 0,3 pontos.

proporção de trabalhadores das Administrações Públicas que se encontra em situação de precariedade quase não baixou face a 2015, ano em que António Costa foi eleito primeiro-ministro, apesar do programa de integração de precários que está prestes a finalizar. Números da Direção-Geral da Administração e do Emprego Público mostram que 10,6% dos funcionários das Administrações Públicas tinham contratos a prazo no final de 2019, o que compara com 10,9% no final de 2015avançou o Jornal de Negócios (acesso pago).

O programa de regularização lançado pelo Governo não foi suficiente para contrariar a tendência. O peso dos contratos a prazo pouco baixou quando comparado a 2015. No Estado, a taxa de precariedade caiu apenas 0,3 pontos entre o ano de 2015 e 2019. Na Administração Regional e Local piorou em 1,2 pontos.

Na Administração Central, repartição que depende diretamente do Governo, a tendência mantém-se. Os trabalhadores com contrato a prazo representam 12,6% do emprego, contra 13,2% em 2015. Contrariamente à Administração Regional e Local onde se registou um aumento, de 3,6% para 4,8%. Esta subida é mais acentuada nos Açores (10,2% para 12,5%), mas ocorre igualmente na Madeira e na Administração Local.

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Segundo dados do INE, a taxa de precariedade (que inclui outros vínculos, como por exemplo os recibos verdes) desceu o ano passado, passando de 22% para 20,8%.

Fonte Dinheiro Vivo