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A formiga no carreiro

A formiga no carreiro

16.Jun.14

UGT: Corte de salários dos funcionários públicos "não é justo"

"Continuamos a considerar que não é justo". Foi desta forma que Lucinda Dâmaso, presidente da UGT reagiu às medidas aprovadas esta quinta-feira em Conselho de Ministros para os cortes salariais na função pública. 

O Governo decidiu recuperar os cortes que foram aplicados pelo anterior Governo, que variam entre os 3,5% e os 10% e que se aplicam a partir dos 1.500 euros. Ainda não há certezas sobre quando esses cortes começam ser aplicados.
 
A dirigente sindical defende que "haverá outras soluções de forma a que os trabalhadores da administração pública não sejam tão penalizados como têm sido ao longo destes tempos".
 
Quanto à tabela salarial única, que está a ser elaborada pelo Executivo, a UGT exige que todas estas questões sejam negociadas em sede própria, ou seja, no âmbito das negociações da administração pública.
 
Lucinda Dâmaso falava à entrada para uma reunião de trabalho da concertação social, onde o tema central era a reforma do Estado. Paulo Portas marcou presença neste encontro mas não prestou declarações aos jornalistas.